MIDI para áudio

Arraste e solte um arquivo MIDI para renderizar ou selecione um arquivo — ele será aberto no estúdio, pronto para exportação.

MID · MIDI

Como renderizar um arquivo MIDI

Um arquivo MIDI é um conjunto de instruções, não um som. Para que ele soe como um instrumento real, normalmente é necessário usar uma biblioteca de samples, um mapa de articulações e muita paciência. Aqui, significa escolher um instrumento.

  1. Adicione seu arquivo MIDI : Arraste e solte um arquivo .mid ou .midi — de uma ou várias faixas. Cada faixa MIDI é gravada em sua própria trilha.
  2. Escolha os instrumentos: Trinta e seis músicos modelados, um diferente para cada faixa, se preferir — saxofones, metais, cordas, sopros, teclados, guitarras, bateria e voz.
  3. Reproduza a música: Executado em vez de disparado, com a velocidade lida como timbre e exportado para WAV, MP3 ou FLAC.

Tem alguma dúvida sobre o conversor MIDI para áudio?

Temos as respostas.

Quais arquivos MIDI funcionam?

Arquivos MIDI padrão. Arquivos multitrack podem ser renderizados com cada faixa contendo um instrumento diferente.

Posso usar meu próprio instrumento que não esteja na lista?

A lista abrange o vocabulário treinado do modelo. Se algo estiver faltando, trata-se de uma questão de treinamento, não de configurações — vale a pena perguntar.

Será que segue a velocidade?

Sim, e em termos de timbre, e não de volume, que é a diferença entre uma parte renderizada soar como se tivesse sido tocada e soar como se tivesse sido disparada por um disparador.

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  • Por que a reprodução MIDI geralmente soa falsa

    A reprodução MIDI em geral soa artificial porque dispara uma nota gravada por altura e transpõe o restante. Instrumentos reais não funcionam dessa maneira — um trompete, no registro mais agudo, tem um timbre completamente diferente da mesma nota tocada suavemente na região intermediária, e um violino muda totalmente de caráter entre uma arcada lenta e uma rápida.

  • Trinta e seis instrumentos

    Cordas, metais, sopros, teclados, guitarras, vozes, bateria e sintetizadores — incluindo as articulações que importam, como o pizzicato como um instrumento genuinamente diferente do arco, em vez de um filtro aplicado a ele, e o trompete com surdina como uma voz própria.

  • A dinâmica é uma questão de timbre, não de volume.

    Tocar mais alto não é o mesmo que aumentar o volume. Uma nota forte tem mais conteúdo de alta frequência e um ataque diferente, razão pela qual aumentar o volume de uma amostra suave nunca soa alto — soa como uma gravação silenciosa tocada em volume alto. A dinâmica, nesse caso, altera o timbre, não apenas o nível.